Ao observar a
sociedade percebe-se que as pessoas encontram-se cada vez mais distantes de si próprias de maneira tão desesperadoras que submetem-se a ser cópias de modelos
propostos por indivíduos que nem ao menos conhecem,estes as transformam no que
querem e quando querem.Então elas se perguntam, quem sou? o que vou ser amanha?
Ou depois de amanhã? E sabe porque fazem isso, porque sabem que todos,sem
exceção,procuram ser felizes. Embora por meios diferentes, tendem todos para
este fim.
"A sua melhora faz bem ao mundo"
"Encontra-se oportunidade para fazer o mal cem vezes por dia e para fazer o bem uma vez por ano"
ESCUTE!! SEJA O
QUE VOCÊ QUISER!
Você não pode ser descrito(a),você é um ser
que possui calça, bolsa, sapato, e não se esqueça você tem sentimentos e eles
moram no seu interior,para de insistir em se preocupar com o que esta fora sem
dar a mínima para o que tem dentro, tudo começa em você, a felicidade é o caminho e
esta é pessoal, e não é um modelo que possamos imitar dos outros, mas a melhor maneira de ser feliz é contribuir para
a felicidade dos outros, pois esta se multiplica ao ser dividida e ao contrario
do que a maioria pensa não é possuindo mais dinheiro.
O maior problema e o único que nos deve preocupar é vivermos felizes todos os
homens, sem exceção, procuram ser felizes. Embora por meios diferentes, tendem
todos para este fim.Sermos felizes não é fingirmos perante os outros que o
somos, pois a felicidade proporciona a
própria paz de espírito que todos desejam.
"Quando você muda o mundo se transforma"
Sociedade de consumo banaliza conceito de felicidade
A tendência à simplificação do que é a felicidade e do que pode tornar as pessoas felizes, própria da necessidade de criar demandas de consumo da sociedade atual, pode produzir uma redução dos diferentes sentidos e interpretações que a felicidade pode ter.
A definição variada do que é felicidade e a tendência à banalização que a sociedade impõe ao desejo de satisfação, ideia compartilhada pelo conceito de Modernidade Líquida, de Zygmunt Bauman, permitiram à Sewaybricker concluir que satisfação “em massa” e imediata não garantirá felicidade. Para a pesquisa, o psicólogo buscou conceituações da felicidade feita por alguns pensadores de variadas épocas para aproximar da Modernidade Líquida. A pesquisa, que começou em 2010 e foi finalizada em 2012, teve a orientação do professor Sigmar Malvezzi.
"O nosso cérebro é o melhor
brinquedo já criado: nele encontram-se todos os segredos, inclusive o da
felicidade"
Além disso, o levantamento dos conceitos dos pensadores levaram Sewaybricker a comprender a felicidade como um tema extremamente polissêmico. Seus múltiplos significados e interpretações impedem generalizações. Neste caso, a polissemia do tema pode ser interessante, porque leva a discussão à esfera individual, em detrimento à comunidade, ou coletividade, ou seja, cada pessoa tem sua condição de felicidade mais relacionada às suas concepções, realizações e desejos próprios, permitindo um aprofundamento das reflexões relacionadas. Com esta complexidade, é impossível definir uma fórmula da felicidade: cada um se considerará feliz da forma que lhe aprouver.
Por isso, a pergunta feita inicialmente na dissertação – “A atual organização social e do trabalho permite felicidade?”- perde o sentido, pois alguma felicidade sempre será promovida, devido aos diversos níveis e formas de satisfação possíveis. “Felicidade pode ser um meio termo ou um extremo entre aspectos individuais ou coletivos, entre ideais ascéticos e ontológicos, prazeres e virtudes” diz Sewaybricker, e acrescenta, “suprir felicidades não significa que você não volte a um estado de insatisfação”.
E esse novo estilo de vida pode ser relacionado ao meio sustentável:
A Felicidade está interligada ao meio que nós vivemos, seja social
Componentes:
Leciene Miranda
Jonathas Baroul
Ricardo Sampaio
Ezequiel Sena Fonseca
Fontes:








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